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sábado, 19 de outubro de 2013

Procuro um amor,
Que seja  parceiro, que seja presente
Mas que não seja carente!
Procuro um amor que seja irreverente
Que  invente e faça diferente e  faça  valer a  pena!

Procuro um amor que seja  bom pra nós dois
Que  tudo fique  pra depois
Para vivermos este grande amor!
O meu  projeto é de amor, cumplicidade e de muito carinho com alegria irreverente.  Vem seguir comigo  este  caminho ,sem olhar pra trás e ganharemos uma vida de felicidade.
Venha  ser feliz!Venha fazer parte do meu mundo, vem! ( By Lucinha Reis)


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

sábado, 13 de outubro de 2012




Agarrei meus sonhos,
 Finquei bandeira em solo minado de esperança!!
Voei  muito mais alto que sonhei um dia  voar.
Apostei nas minhas ilusões.
E  ganhei.
 Ganhei momentos de alegria e prazer.
 Só porque deixei de lado meus medos e minhas  frustrações.

Viver e não ter vergonha de ser feliz! Apaixone-se!: Meninaesperta de olhar curioso.Aalegria fecund...

Viver e não ter vergonha de ser feliz! Apaixone-se!:



Meninaesperta de olhar curioso.Aalegria fecund...
: Menina esperta de olhar curioso. A alegria fecundou seu coração. Espalhou sorrisos e felicidade por onde passou. Seus cabel...




Menina esperta de olhar curioso.
A alegria fecundou seu coração.
Espalhou sorrisos e felicidade por onde passou.

Seus cabelos são da cor do reflexo do sol
Sua pele é suave.
Caminhas sempre contra ao vento, pra sentir a brisa em seu rosto.
Oh menina, voce se esqueceu de me contar
Que segredo é este que trazes dentro desta cabecinha.
 Ensina-me esta alegria, me conta como faço pra ter este mesmo brilho nos olhos.

Este sorriso que brota em seus lábios,
E que muda até a cor das nuvens.
A menina cresceu,
Sem conseguir me ensinar
Todos os seus segredos.

sábado, 3 de março de 2012

Apaixone-se

Ah ! a paixão! Ela move tudo!
Quando se esta apaixonado, se ganha força .
A paixão impulsiona
A paixão fortalece , a paixão te dá poder.
A paixão modifica , transforma e fortalece.
Acredite!
O que seria do homem sem a paixão ?
Seria  uma mesmice ,
Seria monótono ,
Seria sem cor ,
 Seria sem tom.
Não seria!Apenas se viveria
Ah ! a paixão , como é bom se apaixonar , se encantar!
 Quando estamos apaixonados , a vida  ganha sentido.
Tudo é colorido , tudo tem  mais valor.
Aprendemos a valorizar.
Aprendemos a compartilhar.
E acima de trudo , aprendemos a amar.
Vale a pena se apaixonar.
Apaixone-se !

domingo, 20 de novembro de 2011

                                                                     Lucinha Reis                                                  


SOS Terra

É com tristeza e indignação que venho manifestar através deste texto minha opinião sobre o protocolo de Kyoto. É um caso de egoísmo de proporções inimagináveis o de alguns países que se negam a assinar e este poder de decisão em mãos de pessoas equivocadas que não medem as conseqüências de seus atos é bastante preocupante. Acabei de ler a matéria que se intitula: "Brasil tem de ajudar a desbloquear Kyoto, diz presidente da COP-16", publicada em um jornal de grande circulação. O que observo em cada um destes países (Estados Unidos, China entre outros), é que o medo de serem ultrapassados em armamento e poder pelo outro e a desconfiança não deixam que tomem a decisão correta.  Quando tudo estiver danificado, quando os recursos se esgotarem e quando constatarem o que deveriam ter feito , será tarde, muito tarde.Acordem ocupantes do Planeta TERRA! Acordem para o que estão fazendo com ele, não seja omissos! Se cada habitante lutar pela igualdade e por melhores condições do ar, da água e do meio ambiente, começaremos a incomodar e aí terão que mudar ou sofrerão as conseqüências. Enquanto estivermos por aí nos bailes da vida ou correndo atrás do que comer, do que vestir, do carro novo, etc. as coisas irão de mal a pior. De que servirá tudo isto se nem poderemos respirar! Prestem bastante atenção! Cada um de nós tem o seu quinhão de responsabilidade e seremos cobrados por isto, custará muito caro, pois a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

E Agora José?


A noite esfriou,
E agora, josé?
E agora, você?
Você que é sem nome,
Que zomba dos outros,
Você que faz versos,
Que ama, protesta?
E agora, josé?
Está sem mulher,
Está sem carinho,
Está sem discurso,
Já não pode beber,
Já não pode fumar,
Cuspir já não pode,
A noite esfriou,
O dia não veio,
O bonde não veio,
O riso não veio
Não veio a utopia
E tudo acabou
E tudo fugiu
E tudo mofou,
E agora, josé?
Sua doce palavra,
Seu instante de febre,
Sua gula e jejum,
Sua biblioteca,
Sua lavra de ouro,
Seu terno de vidro,
Sua incoerência,
Seu ódio - e agora?
Com a chave na mão
Quer abrir a porta,
Não existe porta;
Quer morrer no mar,
Mas o mar secou;
Quer ir para minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
Se você gemesse,
Se você tocasse
A valsa vienense,
Se você dormisse,
Se você cansasse,
Se você morresse...
Mas você não morre,
Você é duro, josé!
Sozinho no escuro
Qual bicho-do-mato,
Sem teogonia,
Sem parede nua
Para se encostar,
Sem cavalo preto
Que fuja a galope,
Você marcha, josé!
José, para onde?
Você marcha José, José para onde?
Marcha José, José para onde?
José para onde?
Para onde?
E agora José?
José para onde?
E agora José?
Para onde?

                                                                         Paulo Diniz

Poema de Natal -




Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.
                                                                                                       Vinicius de Moraes
Desencanto (Manuel Bandeira)

Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.

Vou-me Embora pra Pasárgada (Manuel Bandeira)

Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
Lá sou amigo do rei
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
    ANÁLISE
Tão abstrata é a idéia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longemente,
E a idéia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.               Fernando Pessoa, 12-1911

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Meu mundo e nada mais -

                                                                               Lucinha Reis                             
O meu mundo é muito especial, nele entram somente aqueles que adquirem um passe especial. Nele tem céu azul, tem céu escuro com tempestade, trovoadas e raios. Tem um sol grande, tão grande que chega arder os olhos. Tem nuvens com formato de carneiros, tem lua cheia, estrelas e até castelos. Tem um amor tão grande que chega a sufocar;
Todas as pessoas que aqui estão, não estão por acaso. É um mundo ilimitado. Esta aberto a todos aqueles que passarem no crivo da minha razão, ou não.
Todos aqueles que quiserem experimentar e viajar na imaginação dos meus sonhos e da minha sintonia estarão inseridos nele.  Permitam-se e venham viajar , experimentem , ousem, e vejam que vale a pena. Ganharão experiência e terão a oportunidade de conhecer lugares simples e imprevisíveis porque cada ser humano é único e eu não fugiria a regra.  Neste mundo encontrarão muitas perguntas,  só não sei se encontrariam respostas satisfatórias. Cada um de nós enxerga a vida de uma maneira.
Sinto frio, muito frio e preciso estar sempre aquecida. Minha alma tem sede de alegria, de vida, de gente que sabe o que quer. De pessoas generosas, que estão sempre dispostas a compartilhar. Procuro me cercar de amigos e o que mais queria nesta vida é reunir todos aqueles que passaram por minha vida e os que ainda estão nela, em um grande festa onde ouviríamos boa música, dançaríamos e daríamos boas risadas contando algum fato vivido por nós em outras épocas.
Somos reféns de nossas lembranças, estamos sempre buscando no passado alguma lembrança que supra as nossas carências afetivas no presente.
Gostoso mesmo é quando  compartilhamos um violão cantamos nossas músicas mpbs ou reunimos num sarau e cada um fala seu poema preferido, isto tudo não tem preço!
a simplicidade de tudo é que faz valer a pena viver.




Meditações

                                                                             Lucinha Reis
Viajo em busca de alguma coisa que me satisfaça por isto  mostro-me quase por inteira.
Estou à procura da alegria permanente, da felicidade determinada, do amor que completa e da vida com um sentido que edifique.
Mergulho nesta incessante busca.
Já não me satisfazem qualquer coisa, tornei-me seletiva
À medida que vou obtendo certo conhecimento do que tenho em mente, vou descartando as possibilidades e colocando em evidência, as prioridades.
Ainda estou em busca do que chamamos sentido da vida.
Do pouco que sei, este sentido se dá quando estamos em paz conosco e quando temos consciência que estamos na direção certa e com a certeza do bem estar que promovemos ao próximo e a nós mesmos.
A vida há de ter algo muito maior do que o que conhecemos. É muito pouco ou é muito pobre o que achamos ser o sentido dela. Ainda que estejamos convictos, façamos uma auto análise e passemos a limpo tudo o que fizemos até hoje e deixemos em aberto as possibilidades para que Deus possa nos orientar quanto ao que devemos fazer.
Acredito, tenho fé que todos nós estamos aqui com um propósito de melhoria e cada um traçou lá em cima uma meta e esta meta esta impressa no nosso inconsciente prestes a emergir com a nossa conexão com o bem, com a vontade de crescer.
 Façamos uma varredura em nosso íntimo e descartemos aqueles sentimentos menores, insignificantes para dar lugar àquilo que verdadeiramente temos que priorizar. O amor na essência, o desprendimento e jamais se sentir ofendido por nada e por ninguém.
Procurar entender e justificar todas as atitudes do outro e jamais cobrar nada de ninguém, saber que o que ele te proporcionou foi o que neste momento ele pôde fazer de melhor é  primordial.
 Com esta certeza iremos vibrar numa sintonia que Jesus nos direcionou.



Tarde de verão

                                                                    Lucinha Reis
 Tarde com muito calor, há uma brisa entrando em minha janela muito gostosa.
O vento sabe que esta agradando e entra acariciando meu rosto e meus cabelos.
Sinto um grande prazer e fecho os olhos.
Imagino que estou num campo com muito verde e todo florido
Volto à realidade do meu quarto e vejo que você passou, foi embora e me deixou aqui sem ao menos se despedir.