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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Meditações

                                                                             Lucinha Reis
Viajo em busca de alguma coisa que me satisfaça por isto  mostro-me quase por inteira.
Estou à procura da alegria permanente, da felicidade determinada, do amor que completa e da vida com um sentido que edifique.
Mergulho nesta incessante busca.
Já não me satisfazem qualquer coisa, tornei-me seletiva
À medida que vou obtendo certo conhecimento do que tenho em mente, vou descartando as possibilidades e colocando em evidência, as prioridades.
Ainda estou em busca do que chamamos sentido da vida.
Do pouco que sei, este sentido se dá quando estamos em paz conosco e quando temos consciência que estamos na direção certa e com a certeza do bem estar que promovemos ao próximo e a nós mesmos.
A vida há de ter algo muito maior do que o que conhecemos. É muito pouco ou é muito pobre o que achamos ser o sentido dela. Ainda que estejamos convictos, façamos uma auto análise e passemos a limpo tudo o que fizemos até hoje e deixemos em aberto as possibilidades para que Deus possa nos orientar quanto ao que devemos fazer.
Acredito, tenho fé que todos nós estamos aqui com um propósito de melhoria e cada um traçou lá em cima uma meta e esta meta esta impressa no nosso inconsciente prestes a emergir com a nossa conexão com o bem, com a vontade de crescer.
 Façamos uma varredura em nosso íntimo e descartemos aqueles sentimentos menores, insignificantes para dar lugar àquilo que verdadeiramente temos que priorizar. O amor na essência, o desprendimento e jamais se sentir ofendido por nada e por ninguém.
Procurar entender e justificar todas as atitudes do outro e jamais cobrar nada de ninguém, saber que o que ele te proporcionou foi o que neste momento ele pôde fazer de melhor é  primordial.
 Com esta certeza iremos vibrar numa sintonia que Jesus nos direcionou.



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